sábado, 25 de agosto de 2012

47. CONCLAVE.

PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).

REFERÊNCIA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conclave


Conclave

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Política e Governo
Conclave (do latim cum clave, que significa com chave) é a reunião em clausura muito rigorosa dos cardeais aquanto da eleição do Papa. Os cardeais permanecem incomunicáveis com o exterior até haver um Papa escolhido.

Índice

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[editar]História

O conclave é um ritual praticamente inalterado desde há oito séculos: foi o Papa Gregório X que usou pela primeira vez a palavra em1274 e instituiu a base dos actuais conclaves. Isto deveu-se à demorada sucessão do Papa Clemente IV, que demorou mais de um ano e meio. O Papa quis então prevenir que a escolha do Sumo Pontífice demorasse tanto tempo, obrigando que a reunião tivesse de ser conclusiva.
Um conclave deve começar entre 15 e 20 dias depois da morte do Papa. Este prazo foi fixado na época medieval, quando viajar atéRoma a partir de qualquer parte do mundo cristão era tarefa para demorar semanas, e embora hoje em dia os Cardeais possam fazê-lo em questão de poucas horas, manteve-se este intervalo para que os Cardeais aproveitem esse tempo para fazer reuniões entre si nas quais se debate o estado da Igreja ou, embora esteja teoricamente proibido, sondar alianças e candidatos. O intervalo denomina-senovemdiales. Este período termina com a missa Pro Eligendo Papa, com a presença de todos os Cardeais na Basílica de São Pedrona mesma manhã em que começa o conclave. Depois, os membros do Colégio Cardinalício dirigem-se à Capela Sistina, onde se fazem as votações.

[editar]Procedimento

O Cardeal Camerlengo certifica-se da morte do Papa.
Assim que ocorre o falecimento de um Papa, a Sé Apostólica é considerada vacante (vaga) até à data da eleição do novo pontífice. Neste período, os assuntos da Igreja são entregues ao Cardeal Decano, ou Camerlengo, ao qual compete comprovar oficialmente a morte do Papa, fazendo-o na presença do Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, dos Prelados Clérigos e dos Secretário e Chanceler da Câmara Apostólica. O Camerlengo também redige a ata referente ao falecimento do Papa. Cumpre-lhe ainda a missão de convocar o Sagrado Colégio dos Cardeais, para que se reúnam em Conclave, o qual elegerá o novo Papa. O Camerlengo tem igualmente o encargo de recolher o selo e o anel pontifícios, encerrando os aposentos e dependências onde o pontífice defunto viveu e trabalhou, para que ninguém possa ter acesso aos mesmos. Se o Papa for sepultado na Basílica vaticana, cabe ao notário do capítulo da Basílica, ou ao cónego arquivista, a redação do documento oficial comprovativo.
Após a morte do Papa, e durante nove dias, os Cardeais celebram exéquias de sufrágio pela sua alma, de acordo com o que está estabelecido no documento Ordo Exsequiaram Romani Pontifici. O direito de eleger o Papa é exclusivo dos Cardeais, exceptuando-se aqueles que tenham cumprido os 80 anos antes do anúncio da Sé Apostólica vacante (o último Papa que não era Cardeal foi Urbano VI, em 1378; os últimos Papas que eram laicos à data da eleição datam do século X - João XII e Leão VIII). O número total de Cardeais eleitores não pode ser superior a 120. O Conclave realiza-se obrigatoriamente dentro do Estado do Vaticano (Capela Sistina), decorrendo as suas sessões no meio do maior secretismo e isolamento.
Papa Paulo VI reformulou as regras de eleição do Papa, através do Motu Proprio Ingravescentem Aetatem, de 21 de novembro de 1970. A 1 de outubro de 1975, Paulo VI fez ainda publicar a Constituição Apostólica Romano Pontífice Eligendo, documento de 62 páginas, em que reafirma o disposto naquele Motu Proprio de 1970. Nesse documento, decretou três modalidades para a eleição do Papa: 'por aclamação' (um Cardeal propõe um nome e os outros Cardeais aceitam-no imediatamente); 'por compromisso', isto é, por aceitação do nome decidido por um grupo de Cardeais, e 'por votação'. Neste último caso, o nome do Cardeal mais votado tinha que somar dois terços dos votos. As normas de eleição do Pontífice Romano seriam revistas por João Paulo II, num documento de 34 páginas, a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis, de 22 de fevereiro de1996, a qual modifica certos pontos do disposto sobre a reunião plenária dos Cardeais para a eleição do Sumo Pontífice. No entanto, foi mantido o antigo princípio de que, durante o Conclave, Espírito Santo guia as decisões de cada Cardeal. A Constituição Apostólica de João Paulo II introduziu uma grande novidade, ao restringir a eleição do Papa a uma só modalidade: 'por votação', ou seja, per scrutinium, post-scrutinium, que compreende três passos. O primeiro é a contagem dos votos, o segundo a sua verificação e o terceiro a sua destruição pelo fogo.
Todos os Cardeais eleitores estão obrigados a manter segredo absoluto sobre tudo quanto respeite às sessões do Conclave. É-lhes vedado comunicar com o exterior por correio, via telefónica ou qualquer outro meio. A regra do sigilo é extensiva a todas as pessoas chamadas a prestar apoio técnico ou logístico às sessões do Conclave: alguém apanhado a utilizar um receptor ou transmissor, será imediatamente expulso e punido com sanções morais que podem chegar à gravidade da excomunhão, a qual não se aplica aos Cardeais eleitores, uma vez que estão obrigados, em consciência, a respeitar a regra do sigilo (graviter onerata ipsorum conscientia).
É normal que os conclaves durem entre 2 a 5 dias (entre os do século XX o mais rápido foi o de 1939 que elegeu Pio XII em dois dias e três votações e o mais demorado o de 1922 que elegeu Pio XI em cinco dias e catorze votações. Os conclaves mais antigos tanto poderiam arrastar-se longamente (como o da eleição do Papa Celestino V entre 1292 e 1294 que demorou 27 meses) ou ficar decididos em poucas horas, como o de 1503 de onde saiu eleito o Papa Júlio II.

[editar]Preparação

Uma vez celebradas as exéquias do Pontífice falecido, prepara-se o Conclave, o qual poderá ter início no 15.º dia seguinte à morte do Papa, nunca ultrapassando o 20.º dia. Como já se disse, o Conclave tem lugar dentro do Vaticano. O local deve proporcionar um adequado isolamento dos Cardeais em relação ao exterior e também o seu alojamento em dependências próximas do Conclave. Há cerca de um século, passou a realizar-se naCapela Sistina, antes a capela primitiva dos Papas e 'coração' da Basílica de São Pedro e da própria Cidade de Vaticano.
O Conclave é antecedido de missa solene em que participam todos os Cardeais. Finda a liturgia, duas mesas são introduzidas na Capela Sistina, sendo colocadas na zona do altar-mor. A primeira é coberta com um pano de cor púrpura e sobre ela são colocados três grandes vasos de vidro transparente e uma bandeja de prata. A segunda é reservada aos três Cardeais escrutinadores.
Posto isto, os Cardeais eleitores dirigem-se às suas cadeiras, marcadas com os seus nomes. Estando todos nos seus lugares, o Cardeal Camerlengo, encarregue de dirigir todo o cerimonial e protocolo do Conclave, profere a frase latina Extra omnes. É a ordem para que todos os estranhos abandonem rapidamente a Capela Sistina. Os elementos do coro que participaram na missa, jornalistas, equipas de televisão, etc., saiem então da Capela, cujos acessos são fechados a sete chaves.

[editar]Início do Conclave

Interior da Capela Sistina, mostrando o local onde se realiza o Conclave.
O Camerlengo lê o juramento solene que obriga todos os Cardeais eleitores a aceitar as condições do eligendo, a rejeitar todas as influências externas e a manter secretas as suas deliberações. Feita esta leitura, o Camerlengo procede à chamada dos eleitores. Ao ouvir o seu nome, cada Cardeal levanta-se e dirige-se para a mesa onde estão os três vasos de vidro e a bandeja de prata, perante a qual, em voz alta, declara: "Eu (diz o seu nome) prometo, obrigo-me e juro". Pondo a mão direita sobre as Escrituras, acrescenta: "E Deus me ajude e estes Evangelhos que toco com a minha mão". Findo o juramento por parte de todos os eleitores, O Camerlengo chama a atenção dos Cardeais para a importância das suas decisões e a necessidade de guardarem bem vivo "o bem da Igreja". Conclui: "Que o Senhor vos abençoe a todos!"
Depois, por sorteio, efectua-se a eleição dos três Cardeais escrutinadores, os quais assumem a responsabilidade de verificar e contar os votos; passam a receber, por ordem de eleição, a designação de 1.º, 2.º e 3.º escrutinador. Pelo mesmo método são sorteados os três Cardeais infirmarii. Compete-lhes recolher os votos dos Cardeais que adoeceram, eventualmente, durante o Conclave. Ficam recolhidos em aposentos contíguos à Capela Sistina, na Casa de Santa Marta, dirigida por religiosas, onde também se alojam os restantes Cardeais eleitores. Por fim, sorteiam-se os três Cardeais revisores, encarregues de fiscalizar os trabalhos dos Cardeais escrutinadores. Para cada um dos três sorteios utilizam-se tiras de papel que são depositadas nos três vasos de vidro que, como referido, se encontram sobre a mesa situada junto do altar-mor da Capela Sistina.

[editar]Votação

Chegada a hora da votação, cada Cardeal pega num boletim, de papel branco e forma retangular, que tem escrito na parte superiorEligo in summum pontificem (Elejo como Sumo Pontífice), com espaço para escrever o nome escolhido. Exige-se caligrafia clara e em letras maiúsculas, mas impessoais. O voto deve ser dobrado ao meio, e, com este apertado entre as mãos, recolhe-se em oração silenciosa: "Chamo como testemunho Jesus Cristo, o Senhor, que seja meu juiz, que o meu voto seja dado àquele que perante Deus considero dever ser eleito".
Votam primeiramente os Cardeais mais idosos. Um a um, os Cardeais dirigem-se para a mesa junto ao altar-mór, depositam o seu voto na bandeja de prata, e depois levantam-na até a altura da boca do primeiro vaso de vidro. Inclinam a bandeja e o voto cai dentro do vaso. Acabada a votação, o 1.º Cardeal escrutinador agarra no vaso de vidro e leva-o para a mesa de escrutínio. Uma vez aí, agita-o energicamente, para que os votos fiquem bem misturados. Logo a seguir, deita os votos no segundo vaso de vidro. Um a um, conta-os em voz alta, como mandam as normas canónicas, para que todos ouçam distintamente e sem qualquer dúvida (caso os votos contados não correspondam ao total de Cardeais eleitores, serão queimados e passar-se-á a segunda votação).
Assim, o primeiro escrutinador pega no vaso de vidro e tira um voto. Desdobra-o e anota numa folha de papel o nome do candidato a Papa que dele consta. Passa o voto ao segundo escrutinador, que procede de igual modo, entregando o voto ao terceiro escrutinador.Em voz alta e de maneira inteligível, como manda o eligendo, este lê cada nome votado. A operação repete-se até que todos os votos estejam escrutinados (contados e anunciados).
Após todos os votos estarem escrutinados, o terceiro escrutinador fura e cose cada boletim de voto com agulha e linha. Com diz o eligendo, a agulha tem que perfurar a palavra latina eligio (elejo) impressa no voto. Quando todos os votos estiverem cosidos, mete-os no terceiro vaso de vidro. Aqui chegados, cabe a cada um dos três escrutinadores somar os votos constantes do papel em que os foi anotando.
Chega a vez dos Cardeais revisores. Dirigem-se à mesa de escrutínio e, cada um por seu lado, contam os votos cosidos à linha e conferem o número total de votos com o registo feito por cada escrutinador. Devem cumprir a sua tarefa exata e fielmente, como diz o eleigendo.

[editar]Pós-votação não concludente

Fumo negro saindo da chaminé do fogão da Capela Sistina.
Se o escrutínio não for concludente, isto é, se o nome de um candidato não somar dois terços dos votos, volta tudo à primeira forma. O Camerlengo pede aos eleitores as notas pessoais que porventura tomaram durante a eleição. Tais notas, juntamente com a totalidade dos votos, são metidas numa caixa onde já se encontram as tiras de papel respeitantes ao sorteio dos Cardeais escrutinadores, infirmarii e revisores. A caixa é conduzida para o fogão contíguo à Capela Sistina, onde tudo é queimado. Para que o fumo saia negro, sinal de que ainda não foi eleito Papa, junta-se um pouco de palha molhada.
A votação, se tal for necessário, pode repetir-se até sete vezes por períodos de três dias. No caso de três dias sem resultados, suspendem-se os escrutínios durante o máximo de um dia, com o fim de criar uma pausa para oração e livre colóquio entre os Cardeais eleitores.

[editar]Pós-votação concludente

Uma vez realizada canonicamente a eleição do novo Papa, o último dos Cardeais Diáconos chama dois Cardeais: o Secretário do Colégio dos Cardeais e o Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias. Então, o Cardeal Diácono, em nome de todo o Colégio de eleitores, pede o consentimento do Cardeal que foi eleito Papa com as seguintes palavras:
- Reverendo Cardeal, aceitas a tua eleição canónica como Sumo Pontífice?
- Aceito em nome do Senhor (o Cardeal pode rejeitar e volta-se a fazer uma nova votação).
O Decano volta a inquirir:
- Como queres que te chamemos?
O novo Papa diz o nome que deseja adotar. A seguir, recebe o 'acto de obediência' por parte de todos os Cardeais. Um a um, prostram-se diante dele e osculam-lhe o pé direito.
Fumo branco saindo da chaminé do fogão da Capela Sistina.
A caixa que contém os votos, os apontamentos dos Cardeais e as tiras do sorteio dos escrutinadores é levada a queimar dentro do fogão da Capela Sistina, sem palha molhada. Sai fumo branco, sinal de que foi eleito um novo Papa. Pouco depois, o primeiro dos Diáconos vai à varanda da Basílica de São Pedro anunciar a boa nova:
Annuntio vobis gaudium magnum:
Habemus Papam!
Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
Dominum [primeiro nome],
Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem [apelido],
qui sibi nomen imposuit [nome papal].
"Anuncio-vos com a maior alegria!:
Temos Papa!
Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor,
Senhor [primeiro nome],
Cardeal da Igreja Católica Romana [apelido],
que escolheu para si o nome de [nome papal]."
Mais tarde, o Papa recém eleito assomar-se-á à varanda da Basílica. O seu primeiro gesto é a Bênção Urbi et Orbi, lançada sobre a cidade de Roma e o Mundo.

[editar]Todos os Conclaves

[editar]Século XIII

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
29/11/1268 - 01/09/127102anos09meses03diasTeobaldo ViscontiBeato Gregório XO.Cist.01/09/1271 - 20/01/1276
20/01/1276 - 21/01/127602diasPedro de TarantasiaSanto Inocêncio VO.P.21/01/1276 - 22/06/1276
02/07/1276 - 11/07/127609diasOttobono FieschiAdriano V11/07/1276 - 18/08/1276
19/08/1276 - 20/09/127601mês01diaPedro JuliãoJoão XXI20/09/1276 - 20/05/1277
30/05/1277 - 25/11/127705meses26diasGiovanni Gaetano OrsiniNicolau IIIO.S.B.25/11/1277 - 22/08/1280
22/09/1280 - 22/02/128105mesesSimão de BrionMartinho IV22/02/1281 - 28/03/1285
29/03/1285 - 02/04/128505diasGiacomo SavelliHonório IV02/04/1285 - 03/04/1287
04/04/1287 - 22/02/128809meses18diasGirolamo Masei de AscoliNicolau IVO.F.M.22/02/1288 - 04/04/1292
05/04/1292 - 05/07/129402anos03mesesPietro Angelerio da MorroneSão Celestino VO.S.B.05/07/1294 - 10/12/1294
23/12/1294 - 24/12/129402diasBento GaetaniBonifácio VIII24/12/1294 - 11/10/1303

[editar]Século XIV

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
21/10/1303 - 22/10/130302diasNicolau BoccasiniBeato Bento XIO.P.22/10/1303 - 07/07/1304
01/07/1304 - 05/06/130511mesesBertrand de GotClemente V05/06/1305 - 20/04/1314
01/05/1314 - 07/09/131602anos04meses06diasJacques DuèseJoão XXII07/09/1316 - 04/12/1334
13/12/1334 - 22/12/133409diasJacques FournierBento XIIO.Cist.22/12/1334 - 25/04/1342
05/05/1342 - 07/05/134203diasPierre Roger de BeaufortClemente VIO.S.B.07/05/1342 - 06/12/1352
16/12/1352 - 18/12/135203diasEtienne AubertInocêncio VI18/12/1352 - 12/12/1362
22/12/1362 - 28/12/136206diasGuillaume de GrimoardSanto Urbano VO.S.B.28/12/1362 - 19/09/1370
29/09/1370 - 30/12/137003meses01diaPedro RogeriiGregório XI30/12/1370 - 27/03/1378
07/04/1378 - 08/04/137802diasBartolomeo PrignanoUrbano VI08/04/1378 - 15/10/1389
25/10/1389 - 02/11/138908diasPietro TomacelliBonifácio IX02/11/1389 - 01/10/1404

[editar]Século XV

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
12/10/1404 - 17/10/140405diasCosma de MiglioratiInocêncio VII17/10/1404 - 06/11/1406
18/11/1406 - 30/11/140612diasAngelo CorrerGregório XII30/11/1406 - 04/07/1415
08/11/1417 - 11/11/141703diasOdo ColonnaMartinho V11/11/1417 - 20/02/1431
02/03/1431 - 03/03/143102diasGabriel CondulmerEugênio IVO.S.A.03/03/1431 - 23/02/1447
04/03/1447 - 06/03/144703diasTomaso ParentucelliNicolau VO.P.06/03/1447 - 25/03/1455
04/04/1455 - 08/04/145504diasAlfonso de BórgiaCalixto III08/04/1455 - 06/08/1458
16/08/1458 - 19/08/145803diasEnea Silvio de PiccolominiPio II19/08/1458 - 15/08/1464
27/08/1464 - 30/08/146403diasPietro BarboPaulo II30/08/1464 - 26/07/1471
06/08/1471 - 09/08/147103diasFrancesco della RovereSixto IVO.F.M.09/08/1471 - 12/08/1484
26/08/1484 - 29/08/148403diasGiovanni Battista CyboInocêncio VIII29/08/1484 - 25/07/1492
06/08/1492-10/08/149204diasRodrigo BorgiaAlexandre VI10/08/1492-18/08/1503

[editar]Século XVI

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
16/08/1503-16/09/150301mêsFrancesco Todeschini PiccolominiPio III16/09/1503-18/10/1503
31/10/1503-01/11/150302diasGiuliano della RovereJúlio IIO.F.M.01/11/1503-20/02/1513
04/03/1513-19/03/151315diasGiovanni di Lorenzo de' MediciLeão X19/03/1513-01/12/1521
27/12/1521-09/01/152213diasAdriano Floriszoon BoeyensAdriano VI09/01/1522-14/09/1523
01/10/1523-19/11/152301mês18diasGiulio di Giuliano de' MediciClemente VII19/11/1523-25/09/1534
11/10/1534-13/10/15343diasAlessandro FarnesePaulo III13/10/1534-10/11/1549
25/11/1549-29/11/15495diasGiovanni Maria Ciocchi Del MonteJúlio III29/11/1549-25/03/1555
05/04/1555-07/04/155503diasMarcelo CerviniMarcelo II07/04/1555-30/04/1555
15/05/1555-23/05/155508diasGian Petro CarafaPaulo IVC.R.23/05/1555-18/08/1559
05/09/1559-26/12/155903meses21diasGiovanni Angelo MediciPio IV26/12/1559-09/12/1565
20/12/1565-07/01/156618diasMichele GhislieriSão Pio VO.P.07/01/1566-01/05/1572
12/05/1572-13/05/157202diasUgo BoncompagniGregório XIII13/05/1572-10/04/1585
21/04/1585-24/04/158503diasFelice PerettiSixto VO.F.M. Conv.24/04/1585-27/08/1590
07/09/1590-15/09/159008diasGiovanni Battista CastagnaUrbano VII15/09/1590-27/09/1590
08/10/1590-05/12/159001mês27diasNiccolò SfrondratiGregório XIV05/12/1590-16/10/1591
27/10/1591-03/11/159106diasGiovanni Antonio FacchinettiInocêncio IX03/11/1591-30/12/1591
10/01/1592-30/01/159220diasIppolito AldobrandiniClemente VIII30/01/1592-05/03/1605

[editar]Século XVII

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
14/03/160501/04/160518diasAlessandro Ottaviano de' MediciLeão XI01/04/160527/04/1605
08/05/160516/05/160508diasCamilo BorghesePaulo V16/05/160528/01/1621
08/02/162109/02/162102diasAlessandro LudoviciGregório XV09/02/162108/07/1623
19/07/162306/08/162318diasMaffeo BarberiniUrbano VIII06/08/162329/07/1644
09/08/164415/09/164401mês06diasGiovanni Battista PamphiljInocêncio X15/09/164407/01/1655
18/01/165507/04/165503meses20diasFabio ChigiAlexandre VII07/04/165522/05/1667
02/06/166720/06/166718diasGuilio RospigliosiClemente IX20/06/166709/12/1669
20/12/166929/04/167004meses09diasEmilio AltieriClemente X29/04/167022/07/1676
02/08/167621/09/167601mês19diasBenedetto OdescalchiBeato Inocêncio XI21/09/167612/08/1689
23/08/168906/10/168901mês13diasPietro Voti OttoboniAlexandre VIII06/10/168901/02/1691
12/02/169121/07/169105meses09diasAntonio PignatelliInocêncio XII21/07/169127/09/1700
09/10/170023/11/170001mês14diasGiovanni Francesco AlbaniClemente XI23/11/170019/03/1721

[editar]Século XVIII

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
31/03/172108/05/172101mês08diasMichelangelo dei ContiInocêncio XIII08/05/172107/03/1724
20/03/172429/05/172402meses09diasPietro Francesco OrsiniBento XIIIO.P.29/05/172421/02/1730
05/03/173007/04/173001mês02diasLorenzo CorsiniClemente XII07/04/173006/02/1740
18/02/174017/08/174005meses31diasProspero Lorenzo LambertiniBento XIV17/08/174003/05/1758
15/05/1758-06/07/175801mês22diasCarlo della Torre RezzonicoClemente XIII06/07/1758-02/02/1769
15/02/176919/05/176903meses04diasGiovanni Vicenzo Antonio GanganelliClemente XIVO.F.M. Conv.19/05/176922/09/1774
05/10/177415/02/177504meses10diasGiovanni Angelo BrachiPio VI15/02/177529/08/1799
01/12/179914/03/180003meses14diasLuigi Barnaba ChiaramontiPio VIIO.S.B.14/03/180020/08/1823

[editar]Século XIX

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
02/09/182328/09/182326diasAnnibale Sermattei della GengaLeão XII28/09/182310/02/1829
24/02/182931/03/182901mês07diasFrancesco Severino CastiglionePio VIII31/03/182930/11/1830
14/12/183002/02/183101mês19diasBartolomeu Albert CappellariGregório XVIO.S.B. Cam.02/02/183101/06/1846
14/06/184616/06/184603diasGiovanni Maria Mastai-FerrettiBeato Pio IXO.F.S.16/06/184607/02/1878
18/02/187820/02/187803diasGioacchino Vicenzo Raffaele Luigi PecciLeão XIIIO.F.S.20/02/187820/07/1903

[editar]Século XX

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
31/07/190304/08/190305diasGiuseppe Melchiorre SartoSão Pio XO.F.S.04/08/190320/08/1914
31/08/191403/09/191404diasGiacomo della ChiesaBento XVO.F.S.03/09/191422/01/1922
02/02/192206/02/192204diasAchille RattiPio XIO.F.S.06/02/192210/02/1939
01/03/193902/03/193902diasEugenio PacelliPio XIIO.P.02/03/193909/10/1958
25/10/195828/10/195803diasAngelo Giuseppe RoncalliBeato João XXIIIO.F.S.28/10/195803/06/1963
19/06/196321/06/196303diasGiovanni Battista MontiniPaulo VIO.F.S.21/06/196306/08/1978
25/08/197826/08/197802diasAlbino LucianiJoão Paulo I26/08/197828/09/1978
14/10/197816/10/197803diasKarol Józef WojtyłaBeato João Paulo II16/10/197802/04/2005

[editar]Século XXI

ConclaveDuraçãoCardeal EleitoPapaPontificado
18/04/200519/04/200502diasJoseph Alois RatzingerBento XVI19/04/2005 – Presente

[editar]Referências

[editar]Bibliografia

  • Edição especial do Correio da Manhã - "Os Papas - De São Pedro a João Paulo II" - Fascículo I, "Como se elege o Santo Padre", páginas 12 a 19, ano 2005.

[editar]Ver também

Wikcionário
Wikcionário possui o verbeteConclave
V

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